sábado, 26 de novembro de 2011

No mundo do faz de conta

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

História de Portugal - D. Afonso Henriques

O Primeiro Rei de Portugal - D. Afonso Henriques

Segurança na Internet

domingo, 20 de novembro de 2011

Parabéns, Inês!

Feliz Aniversário
No dia 19 de novembro, a Inês fez nove aninhos!
Muitos parabéns à aniversariante e sucessos académicos. Beijinhos!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O Vasco é boa onda - v.a.s.c.o

Comportamento em outubro

Esta é a tabela do comportamento relativo ao mês de outubro.
Todos os alunos apresentaram um bom comportamento. Mas, será que todos se conseguem manter na tabela? É o que veremos no final do mês de novembro.

Os sólidos geométricos

Os sólidos geométricos são volumes que têm na sua constituição figuras geométricas e podem ser poliedros e não poliedros.

Poliedros são sólidos limitados por polígonos (figuras geométricas planas limitadas por linhas fechadas.)
          Os elementos do poliedro são: os vértices, as arestas e as faces.

poliedro.gif (5086 bytes)

Os poliedros podem agrupar-se em prismas e pirâmides.

Um prisma é um sólido geométrico limitado por duas bases (polígonos iguais) situadas em planos paralelos e várias faces laterais (paralelogramos).
    Num prisma, o número de faces laterais é igual ao número de lados dos polígonos da base, isto é, é igual ao número de arestas da base.
    
Uma pirâmide é um poliedro em que uma das faces é um polígono qualquer, a que se chama base; as outras faces são triângulos que têm um vértice comum, chamado vértice da pirâmide.

A designação do polígono da base vai dar o nome ao prisma ou pirâmide. Assim:
  • se as bases são triângulos, o prisma ou pirâmide chama-se triangular;
  • se forem quadrados, o prisma ou pirâmide  chama-se quadrangular;
  • se forem pentágonos, o prisma ou pirâmide  chama-se pentagonal;
  • e assim por diante.
Não poliedros são sólidos limitados por superfícies curvas ou por superfícies planas e curvas. 


Atividade realizada na sala de aula -  Com palhinhas e plasticina construímos poliedros.


Aprende mais. 

domingo, 16 de outubro de 2011

Parabéns, Vasco!

Feliz Aniversário
Hoje o Vasco faz nove aninhos. Parabéns, muitas felicidades e sucessos académicos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

5 de outubro - Implantação da República

Portugal foi desde 1143 governado por reis. O primeiro rei de Portugal foi D. Afonso Henriques. A esse  regime dá-se o nome de monarquia.
Na monarquia, o chefe máximo é o rei, que exerce um um poder hereditário. O rei reinava toda a vida.

Muitos anos de lutas se passaram entre grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republicano, contra a monarquia, por causa das muitas dificuldades que o país atravessava.
No dia 1 de fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o seu filho herdeiro, D. Luís,  foram assassinados, sucedendo-lhe o seu segundo filho, D. Manuel II, que acabou por ser o último rei de Portugal.
No dia 5 de outubro de 1910 houve uma revolução que acabou com a monarquia e implantou a república.
Fonte: imagem retirada da Internet
Na república, o chefe máximo é o presidente da república, eleito pelo povo, que cumpre um mandato de 5 anos.
Com a república mudaram os símbolos de Portugal: surgiram uma nova bandeira e um novo hino - A Portuguesa (com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil).


Galeria dos Presidentes da República Portuguesa

Fonte: imagens retiradas da internet

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

   As cores de outono      

      A pintora Rosa Ratinha pintava quase todos os seus quadros no estúdio. Só no Outono é que saía para pintar ao ar livre. O Outono era a estação preferida de Rosa. Havia tantos matizes surpreendentes na paisagem!
      Certa vez, num belo dia de Outono, a pintora embalou tela, cavalete e tintas e foi passear para junto de um tranquilo lago não longe de casa. Conhecia um lugar bonito e plano em cima de uma rocha de onde tinha vista para os bosques e montanhas ao fundo. Aí montou o cavalete com a tela e começou a pintar com pinceladas generosas.
      Na árvore oca que estava por detrás dela, morava um gnomo da montanha que a observava enquanto pintava.
      — Isto é que é um quadro esquisito! — disse ele, quando Rosa acabou de pintar. — Nem se vê o lago nem as montanhas. Como se chama este quadro?
      — O quadro chama-se As cores do Outono — disse Rosa Ratinha. — Não se vê o lago nem as montanhas, é verdade. Só pintei o Outono, aquilo que sinto quando olho para esta paisagem.
      — Ah, agora entendo — disse o gnomo. — É muito interessante.
      De repente, levantou-se um vento forte que arrancou a tela do cavalete. Ela foi pelo ar a voar e desapareceu entre as árvores na margem do lago. Rosa Ratinha desceu a montanha e foi buscar o quadro. Tinha dois rasgões e havia muitas folhas, agulhas de pinheiro e pedrinhas coladas na tinta fresca.
      — Que pena — disse o gnomo da montanha. — O quadro agora está estragado.
      — De forma alguma! — exclamou Rosa Ratinha. — Agora é que está completo! O vento do Outono também participou na pintura e imortalizou-se no quadro com estes dois rasgões. E as folhas que estão coladas também são bem-vindas. Agora, o quadro tem uma história e só agora começou a viver!

Erwin Moser
Mario der Bär
Weinheim Basel, Parabel, 2005
Texto adaptado


Tela pintada pelos alunos, depois de analisado o texto "As cores de Outono".
 
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